KMZ ASSOCIADOS

por Kleber B. Ziede


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Planejamento Estratégico em tempos de crise

A importância do pensamento estratégico para o crescimento das empresas é uma prática que muitos empresários e executivos conhecem, mas poucos praticam.

O empresário brasileiro é pouco afeito ao pensamento estratégico e ao planejamento de longo prazo. Dedica quase que integralmente o seu tempo a administrar o dia a dia e, quando chega ao final do ano, faz um balanço dos seus resultados e segue trabalhando e administrando o seu negócio da mesma forma e cometendo os mesmo erros no ano seguinte.

Essa é a dura constatação com a qual nós, profissionais da KMZ Associados, nos deparamos ao longo dos últimos anos em nossos trabalhos de consultoria em Gestão Estratégica de empresas, especialmente em pequenas e médias empresas.

Momentos de crise como o que vivemos no Brasil e no mundo são fruto de desequilíbrios, que podem ser políticos, econômicos, legais, dentre outros fatores, que causam rupturas e reações sociais, levando-nos a uma nova situação de acomodação com o tempo.  Nestes momentos, empresários e executivos culpam a crise pelos maus resultados em suas empresas, quando na verdade a crise é uma situação resultante, uma conseqüência das rupturas não previstas, porém anunciadas nas entrelinhas dos fatos e acontecimentos. Foi a ausência da visão e da reflexão estratégica que os levou, em parte, aos maus resultados.

Logicamente as empresas não precisam de uma crise para ir mal. As pequenas ineficiências e os quase imperceptíveis desperdícios do dia a dia se transformam em custos e perdas absurdos, se potencializados ao longo dos anos. E esses aspectos passam batidos ou são ignorados em nome de resultados maiores ou da atenção a problemas prioritários, como por exemplo, as crises.

Em tempos de rupturas e mudanças em que vivenciamos atualmente, tanto no Brasil quando em outros países, o foco dos empresários se circunscreve às vendas, à gestão do caixa e na redução de custos e despesas, o que não está errado, porém, poucos ampliam o seu cenário e avaliam as oportunidades que surgem ou emergem à sua frente, justamente porque estão focados nos problemas e não nas oportunidades que surgem. Justamente porque não sistematizaram o pensamento estratégico e não se utilizam do planejamento estratégico empresarial como uma ferramenta de gestão do seu negócio para o futuro.

Um dos fatores que mais causou rupturas e crises nos últimos anos, em especial no meio econômico empresarial foi a inovação tecnológica. Os meios de comunicação revolucionaram a forma de interação entre as pessoas, a forma de se trabalhar, acessar a informação, contratar serviços e muito mais. Com isto, muitos negócios literalmente se extinguiram e muitas empresas foram obrigadas a mudar o seu modelo negócios para sobreviver.

Apesar desta enorme lição, a maioria dos gestores continua com um foco muito imediatista, centrado no curto prazo e não desenvolvem planos de longo prazo.

Crescimento sustentável com eficiência, produtividade e inovação, somente serão alcançados com visão e investimentos no longo prazo, com estratégias claras e bem definidas, planos simples e organizados, com disciplina na execução e atenção aos detalhes da gestão.

Kleber B. Ziede, Economista e sócio da KMZ Associados


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Como administrar a sua empresa em 2016?

O que esperar de 2016?

Esta é a pergunta para a qual milhares de empresários brasileiros buscam respostas.

Perplexos, os empresários enfrentam a retração do mercado de consumo, a deterioração das finanças públicas, a crise institucional, política e de credibilidade provocada pelos escândalos de corrupção, além do pedido de impeachment da Presidente da República.

Para olharmos à frente, vamos examinar o passado recente.
A gangorra da crise econômica de 2008 se inverteu desfavoravelmente para os países em desenvolvimento e voltou a subir para os países desenvolvidos que fizeram a lição de casa, como os Estados Unidos e poucos países da Comunidade Econômica Européia.

No mergulho para a crise em 2008, os americanos baixaram os juros e lançaram uma série de medidas de incentivo à economia, tal como no Brasil, porém com uma diferença fundamental: lá os estímulos foram controlados e monitorados por um Banco Central realmente independente.

No Brasil, os dirigentes da economia fizeram o seguinte:

• Mantiveram os juros baixos, utilizando os bancos públicos para forçar a oferta barata de juros desalinhados do mercado;

• Estimularam as famílias ao consumo por meio do crédito barato e consignado, que elevou o seu nível de endividamento, desestimulando a poupança;

• Reduziram as alíquotas de impostos para alguns setores da economia, dentre eles o setor automotivo, reduzindo, portanto a receita com a arrecadação federal, porém sem reduzir proporcionalmente o gasto público. Ao contrário, aumentaram deliberadamente os gastos;

• Represaram o reajuste dos preços de produtos e serviços administrados, como combustíveis e energia elétrica;

• Intervieram no setor de energia elétrica, forçando a redução dos preços das tarifas de energia, gerando uma redução artificial à custa do endividamento do setor, tendo que corrigir o erro financiando com recursos públicos as dívidas geradas no segmento;

• Ao longo dos últimos cinco anos, pelo menos, a meta de inflação foi ignorada pelo governo, sinal claro do abandono da política econômica defendida pelo Banco Central;

• Por fim, as operações de investigação deflagradas pela Polícia Federal e pela justiça, abalaram ainda mais a credibilidade de agentes econômicos, políticos e institucionais.

• Culminando esta sequência desastrosa de ações, duas agências de rating rebaixaram a nota do Brasil de grau de investimento para grau especulativo, abalando ainda mais a credibilidade do País e seus dirigentes no mercado internacional.

O resultado destes elementos combinados é o cenário conturbado, no qual empresários, executivos e consumidores precisam tomar decisões.

O que fazer e para onde vamos? Bem, nesta ora precisamos limpar a mente e nos concentrar nos fundamentos reais da economia. Para tanto, compilamos as principais estratégias e orientações que foram definidas ao longo de uma série de trabalhos de Planejamento Estratégico que conduzimos com alguns clientes da KMZ Associados, ao longo do segundo semestre de 2015:

• Empresários e executivos precisam estar ainda mais atentos e focados nos movimento do seu mercado e dos seus clientes. A queda de 3,5% no PIB brasileiro já representa uma que nas vendas de alguns segmentos do comércio entre 10% e 30%.

• O ano de 2016 deverá ser uma continuação de 2015, com um primeiro trimestre bastante conturbado, porém no qual poderemos visualizar com maior clareza o tamanho do estrago na economia em 2015 e no resultado das empresas.

• A queda na atividade em muitos segmentos da economia irá expor com clareza as ineficiências internas das empresas. É o momento de buscar eficiência e produtividade, enxugando custos, reduzindo despesas e otimizando as estruturas de produção e serviços.

• O aumento no nível de desemprego, que deverá se acentuar, e a conseqüente queda na renda real do consumidor médio devem forçar o comércio a intensas promoções. Cuidado com a manutenção das margens de resultado do seu negócio e com os níveis de estoque, para não drenar o seu capital de giro.

• A regra geral é preservar o caixa e redobrar a atenção na análise e concessão de crédito.

• O consumidor, mais seletivo e retraído, deverá migrar para produtos de menor valor e deverá reduzir a freqüência de compras e o nível de consumo de serviços. Empresas bem posicionadas no mercado, com foco no consumidor médio, deverão sentir menores oscilações em seus pedidos, capturando consumidores em processo de substituição de produtos e em busca de preços mais atrativos.

• O comércio tenderá a reduzir ainda mais as compras e fracionar as entregas para não se defrontar com o aumento indesejável de estoques.

• Os fabricantes, por outro lado, tenderão a ser mais seletivos com sua carteira de clientes, evitando vender para quem já está com o crédito abalado, buscando novos clientes para repor aqueles perdidos e negociando prazos para manter o fluxo de pedidos.

• A volatilidade cambial deverá continuar, sinalizando para importadores e exportadores, atenção redobrada no momento de contratar empréstimos ou fechar o câmbio.

• A desvalorização cambial ao longo de 2015 já provocou um estrago nos balanços das empresas importadoras, anulando os resultados e inviabilizando as margens lucro de muitos produtos. A tendência será a substituição de produtos importados por similares nacionais.

• O segmento da agroindústria ainda opera sem muitos percalços, apesar da queda nos preços das commodities agrícolas e da sinalização de redução nas margens de resultado dos produtores de grãos. Os preços do boi gordo e do gado para cria e reposição se mantêm elevados, garantindo bons ganhos para o setor, que deve ficar atendo aos custos de reposição e demais insumos.

• O setor metal mecânico e automotivo deve ter mais um ano amargo. A Queda nas vendas persistirá. A venda de tratores e implementos, também com redução substancial terá da mesma forma, queda nas vendas, tendo em vista o aumento dos juros e a redução no montante financiado por parte dos bancos. A tendência é o agricultor reformar suas máquinas e ampliar a manutenção e consumo de peças de reposição.

• A atual restrição ao crédito para as empresas tende a se ampliar. Os bancos deverão forçar uma redução do seu nível de exposição ao risco de empresas dos segmentos em maior dificuldade atualmente, a exemplo do setor metal mecânico, propondo a quitação de parte dos financiamentos no momento da renovação das operações.

• Esse cenário deverá apresentar muitas oportunidades de fusões e aquisições de empresas em situação difícil e com ativos interessantes. Quem estiver bem capitalizado e posicionado para o crescimento, deverá aproveitar a oportunidade.

• No primeiro semestre de 2016, a pauta político-institucional deverá girar em torno do impeachment da Presidente e do afastamento do Presidente da Câmara dos Deputados. Caso o resultado destas duas demandas atenda ao clamor popular, os anos de 2016 e 2017 deverão ser de transição política e econômica, podendo haver uma estabilização e uma nova retomada dos níveis de confiança dos agentes econômicos, com a conseqüente recuperação ainda tênue da economia em 2017.

• No ano de 2017, especialmente, haverá um rearranjo de políticos e partidos, preparando a disputa político-eleitoral em 2018. Caso o resultado das urnas seja favorável para uma mudança positiva na economia, 2019 deverá ser um ano de recuperação econômica mais intensa.

Até lá, muita cautela, disciplina na gestão do caixa e foco no cliente.

Kleber B. Ziede
Economista e sócio da KMZ Associados


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Inovação e Produtividade em Tempos de Crise

Há algumas semanas, durante a condução dos trabalhos de Planejamento Estratégico em uma empresa com atuação no segmento agroindustrial, sócios e dirigentes que participavam dos trabalhos promoveram um interessante debate sobre o tema “investir para inovar e buscar produtividade ou segurar os investimentos para enfrentar queda de vendas e aumento de custos”?

Ao longo das discussões, enquanto ideais e ponderações eram selecionadas e ranqueadas, muitos dos temores e inseguranças dos sócios e dirigentes eram expostos de forma indireta e subliminar.

Inobstante o tema central estar sendo abordado e discutido de forma ordenada e produtiva, era visível o despreparo de muitos para o enfrentamento de crises e dificuldade de mercado, de concorrência e de substituição de fornecedores, tendo em vista o segmento onde a empresa atua ter crescido de forma exponencial e ter proporcionado margens bastante atraentes nos últimos anos. Há muito não se vivenciava um cenário diferente de mercado.

Ser empresário é defrontar-se com dilemas e decisões difíceis e importantes todos os dias.  Porém, acima de tudo, ser empresário é assumir riscos devidamente medidos e calculados e não jogar-se às cegas em negócios mal planejados e comandados ao sabor do mercado.

Ao final da etapa de discussão sobre investimentos e inovação, restou, de forma clara e convicta, de que o objetivo deve ser investir em qualidade e produtividade, como forma de buscar eficiência na produção, com menos recursos e com uma equipe de profissionais menor, porém mais qualificada.

Optou-se ainda em buscar novas tecnologias de produção, com investimentos escalonados em cinco anos, como forma de se antecipar à concorrência, cujas decisões, até onde sabemos, são de “colocar o pé no freio”.

Por fim, algumas decisões e ponderações que foram elencadas pelo grupo, e que devem ser objeto de reflexão por empresários e dirigentes de qualquer segmento, no momento atual de nossa economia:

  • “Há muitas noticias inconsistentes e contraditórias no mercado. A maioria está interpretando o cenário com pessimismo e de forma superficial e não enxergam as oportunidades. O mundo está confuso e complicado, mas não vai parar.”;
  • “É o momento de mantermos na equipe os bons e capacitá-los para que sejam ainda melhores. Não podemos manter profissionais sem comprometimento e correr o risco de desmotivar aqueles que são realmente engajados e diferenciados.”;
  • “Temos que ser seletivos nos investimentos. Temos que investir onde há maior retorno em termos de produtividade, redução de custos, menor impacto ambiental e maiores chances de atender bem o nosso cliente. O resto fica para depois.”;
  • “Na semana passada o grupo da qualidade nos informou que fez uma revisão completa nos nossos processos e pouco conseguiram modificar ou aprimorar. Naquele momento me convenci de que temos que inovar radicalmente no processo produtivo, no uso de novos materiais e em novas lideranças na área de produção. Do contrário, teremos mais do mesmo”.

Kleber B. Ziede – Economista e Sócio da KMZ Associados


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Inovação, Eficiência e Produtividade – o desafio das empresas brasileiras na próxima década

O Agronegócio brasileiro tem demonstrado que investimento em tecnologia, aprimoramento profissional e trabalho, são ingredientes fundamentais para o sucesso de uma atividade.

Ao longo dos últimos anos o agronegócio expandiu sua participação no PIB brasileiro, juntamente com o setor de serviços, enquanto o peso da indústria se reduziu.

A questão é: este é um paradigma que foi vencido, pelos setores de serviço e do agronegócio ou foi um espaço deixado pelo próprio setor industrial que não soube manter a posição e lutar contra as mudanças impostas pela economia global?

Ganhos de produtividade, eficiência na utilização de recursos, ampliação da satisfação dos clientes e valorização das pessoas, que são fatores que sempre estiveram na pauta de discussões e agenda de trabalho dos executivos, são, definitivamente, os grandes desafios dos gestores das empresas brasileiras na próxima década, a partir de hoje.

Os ajustes econômicos que certamente virão em 2015, independentemente de quem seja o novo Presidente eleito, já são conhecidos e trarão mais aumento de custos e ineficiência para as organizações como um todo. Assim como são velhos conhecidos os gargalos estruturais, institucionais e legais que dificultam as empresas e os cidadãos a atingirem maiores e melhores estágios de produtividade e bem estar.

Resta aos profissionais e empresários a dura tarefa de maximizar o uso dos seus recursos disponíveis, para tornar suas atividades mais rentáveis e prósperas.

As empresas não poderão suportar aumentos reais de salários, indexados ao salário mínimo ou às negociações de sindicatos (defensores de ideologias e não de trabalhadores), se não buscarem inovar a forma como produzem e entregam seus produtos e serviços, ou se não modificarem a cultura de suas equipes no sentido de quebrarem paradigmas estabelecidos e acreditarem que a mudança é que traz segurança e não a tranquilidade.

Inovação, eficiência e produtividade só existem com planejamento e mudança!

Kleber B. Ziede – Economista e Sócio da KMZ Associados


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Alunos do século 21

Tem se falado inúmeras vezes do baixo rendimento dos alunos no índice do Ideb, da falta de vontade dos estudantes que frequentam as aulas, da formação de professores e da infraestrutura das escolas. Será que realmente os municípios e o Estado querem mudar isto? Há anos trabalho com educação e vejo um comodismo por parte de alguns. Atualmente, os alunos participam de redes sociais, têm celulares com os quais produzem vídeos, fotos e, por vezes, publicam em sites. Escrevem mensagens, jogam e se comunicam com seus pares. Estes, diga-se de passagem, são os mesmos alunos que pelo índice do Ideb não sabem português, matemática… e por aí afora.
O que será que está acontecendo? Por que não aproveitar todo esse potencial para a educação? Tenho ministrado aulas na Pedagogia e escuto de muitas alunas “para que aprender a usar o computador se na maioria das escolas o laboratório de informática está fechado há anos e as máquinas estão ficando sucateadas, não podendo ser utilizadas, pois as diretoras não deixam”. Será que a administração pública não sabe disso? De que adianta, no período eleitoral, os candidatos dizerem que vão melhorar o ensino público, se os anos passam e nada acontece?
Se houvesse um maior número de professores que trabalhassem com os alunos nos laboratórios, com ambientes virtuais de aprendizagem (blogs, wikis e outros), com simulações e com projetos de aprendizagem, nos quais os alunos desenvolvem inúmeras competências, certamente teríamos melhores resultados. O que é bem diferente de ter um estagiário ligando e desligando os computadores e colocando jogos para “distrair os alunos”. Os jogos são importantes, mas quando associados à proposta que o professor está desenvolvendo com seus alunos. O papel do professor é fundamental para a inovação, pois não adianta usar a tecnologia sem uma mudança na metodologia. É difícil trabalhar inovação na formação de futuros professores quando eles sabem que o futuro não acontecerá de forma inovadora, que a escola vive no passado repetindo ano após ano a mesma coisa.
Estamos no tempo do filme O Nome da Rosa, de Umberto Eco, no qual só alguns monges tinham acesso ao grande acervo da biblioteca devido às relíquias que os livros continham. Do mesmo modo, estamos com os computadores guardados nos laboratórios impedindo o acesso à informação, ao conhecimento e às novas aprendizagens.
Afinal, vivemos em qual século?

Mariangela Ziede

Doutora em Educação

Artigo publicado na Zero Hora  do dia 03 de setembro de 2012


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Por que os empresários brasileiros planejam pouco?

Quando lemos as notícias e matérias sobre o sucesso e o fracasso das empresas em tempos de crise, nos perguntamos como algumas empresas se destacam e obtém resultados diferenciados, enquanto a maioria reclama do governo, da carga tributária e dos altos custos. Parte da resposta está no processo de gestão dessas empresas e nas práticas adotadas, dentre elas a prática do planejamento.  São diversos os motivos pelos quais os empresários não utilizam técnicas de planejamento em seus negócios: o desconhecimento sobre o tema; a falta de cultura gerencial e de formação e habilidade para conduzir o processo; a falta de recursos financeiros para investir em profissionais com essa capacitação; a informalidade de sua organização, a descrença de que planejar é útil (por incrível que pareça) e por ai afora. O planejamento estratégico, tático ou operacional, é uma poderosa ferramenta de gestão para que empresas de qualquer porte possam avaliar seus negócios, suas estruturas, suas práticas e identificar caminhos, meios ou recursos para se tornarem mais eficientes e rentáveis, para expandir suas operações ou para desenvolver novos serviços e produtos. O uso de práticas de gestão como esta pode significar a grande diferença entre o sucesso e o fracasso nos momentos de reestruturação ou recuperação do negócio e uma poderosa ferramenta de transformação, alinhamento de equipes e de descoberta de novas ideias e soluções. Ou seja, contribui além de tudo para o processo de inovação na empresa. A prática do planejamento, quando implementada e mantida de forma permanente e renovada na empresa, é capaz de contribuir com a geração de ciclos de crescimento ou de aprimoramento da produtividade e rentabilidade, pois cria as condições para que os gestores tenham uma visão e possam trabalhar a empresa no longo prazo em todos os seus aspectos. Contribui para a capacitação das equipes, e para a ampliação e fidelização de clientes e mercados. Ao longo de 16 anos de atividades na área de consultoria empresarial, os trabalhos de planejamento estratégico tem sido os mais demandados em nossa empresa, e os resultados obtidos pelos clientes atestam a máxima de que… “planejamento, trabalho e atenção aos detalhes, são o segredo do sucesso”!

Kleber B. Ziede – Economista Sócio da KMZ Associados